Adeus as empresas centralizadas, aqueles feitas por donos e para os donos, as hierárquicas, as que acham que estão em um nível outro que o público, o consumidor, a população ‘ mortal’. O sucessor está chegando, empresas que ouvem os ’simples mortais’ e desenvolvem produtos junto com eles.
Essas são empresas que usam as novas “armas de colaboração em massa” que a internet fez surgir: descentralisação radical, produção ‘entre pares’ (do inglês: peer to peer, P2P, a arquitetura de sistemas distribuídos, como por exemplo, Bittorrent ), ‘crowdsourcing’ – onde os internautas são os que fazem o conteúdo, encontram as soluções. Essas ferramentas permitem que muitos milhares de indivíduos e pequenos produtores criem em conjunto produtos, acedam a mercados e deliciem os seus clientes, o que no passado só as grandes empresas conseguiam.
Tapscott e Antony D. Williams, no livro ‘Wikinomics’, falam da noção de que o universo dos internautas pode fornecer informações mais exactas do que peritos individuais. A ideia é que o todo seja capaz de se auto-corrigir. Se um gran